1 – TÍTULO DA AÇÃO 

Vivendo a pandemia e sendo líder     

2 – DATA DA AÇÃO 

Serão oferecidas duas turmas: 

15 e 17 de junho/2021, das 10h às 11:30. 

3 – JUSTIFICATIVA DA NECESSIDADE DA AÇÃO 

O ambiente organizacional ao longo dos anos vem passando por várias mudanças, como por exemplo, desenvolvimento de tecnologias, mudança dos mercados, das relações de trabalho, dentre outras. Além dessas mudanças, atualmente estamos vivendo uma crise complexa, que tem gerado impactos econômicos, sociais, emocionais, na saúde, na gestão das empresas, nas relações de trabalho, nos hábitos de consumo, no modo de sobrevivência. Tudo isso, sem data para acabar. 

Em todos esses momentos, o papel do líder é de fundamental importância nas organizações, uma liderança que não deve ser compreendida apenas como uma habilidade pessoal, mas como um processo de relacionamento interpessoal dentro de um contexto específico. Os líderes devem considerar o processo de liderança e não apenas os resultados desejados. 

Se liderar já envolve diversos desafios, o agravante atual é que o modo de trabalho mudou. Essas mudanças chegaram rapidamente, com pouco tempo para as adaptações. A pandemia acelerou a realidade do trabalho remoto, que já era anunciada e praticada por algumas instituições. 

Na dinâmica organizacional os aspectos técnicos, práticos e cognitivos são importantes, porém, não se pode deixar de lado a humanidade, a emoção. Em tempo de crise o que vai fazer a diferença entre os diversos tipos de liderança é a capacidade de autoconhecimento que esse líder tem de si mesmo, pois quando um líder consegue lidar com suas complexidades, ele entende melhor a complexidade do outro, e assim, consegue exercer não apenas uma liderança efetiva, mas também afetiva. ¹ 

Cuidar de si mesmo é essencial, liderança é exercida por pessoas. Pessoas que lideram pessoas também precisam ser cuidadas. 

Considerando a realidade em que vivemos, resultado dessa pandemia que continua a assolar o mundo, como se exige ao líder que se comporte? Exige-se o seu tempo, a sua total disponibilidade, respostas rápidas e eficientes, certezas nas incertezas, gestão motivacional das suas equipes, que seja empático, assertivo e ágil. E que transmita uma mensagem de tranquilidade e segurança. Que concilie vida pessoal, familiar, profissional, com todos os desafios associados. 

Palestrante: Dra. Elaine Simone Meira Bida 

               Sobre a palestrante: Bida possui graduação em Medicina pela Universidade Federal de Mato Grosso (1999). Atualmente, é médica psiquiatra do Governo do Distrito Federal. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Psiquiatria. Atua no momento como preceptora do Programa de Residência Médica da SES-DF nas áreas de Emergência Psiquiátrica, Interconsultas Psiquiátricas e em Psiquiatria Comunitária (Caps) e Psiquiatria Geriátrica, atuando também como psiquiatra clínica. 

Data e horário: 10/06/2021, de 14h às 15h30

A pandemia do COVID-19 se prolonga por mais de 12 meses e neste período foi exigido de cada pessoa novos repertórios comportamentais para lidar com as inúmeras mudanças. As medidas de distanciamento físico e isolamento, o uso de máscaras, o trabalho remoto, além de outras medidas recomendadas pela OMS podem ser eficazes no combate ao vírus, contudo, há que se refletir sobre os custos sociais, econômicos e principalmente psicológicos advindos de tais medidas preventivas.   

De todas as perdas provenientes deste processo, a maior delas foi a morte de mais de 331 mil pessoas, somente no Brasil 2. Em função da proximidade dos casos e da característica súbita do agravamento da doença, o assunto se tornou cada vez mais frequente nos noticiários e nas reuniões de trabalho.  

Sabe-se que cada pessoa reage de maneira singular frente às perdas, cada um desenvolve estratégias internas distintas para lidar com o luto.  E quando utilizamos o termo luto, não nos referimos apenas à perda de entes queridos, também podemos desenvolver a dor do luto quando nos deparamos com rompimentos abruptos de rotinas, com a sensação de segurança, ou com expectativas frustradas. 

É importante dizer que luto não é uma doença e precisa ser melhor compreendido para que os sintomas envolvidos sejam acolhidos e manejados de maneira respeitosa e saudável no ambiente de trabalho. De acordo com a literatura, algumas reações podem ser esperadas para este período, como por exemplo: sentimento de tristeza, raiva, culpa, ansiedade, solidão, alterações no sono e no apetite, entre outros.3 

A CGU sofreu a perda de servidores para a COVID-19 e sabe-se que outras notícias envolvendo familiares e/ou amigos próximos aos servidores e colaboradores também ocorreram neste período. Compartilhar estratégias individuais e coletivas para lidar com as emoções neste momento é uma forma de investimento na saúde mental dos trabalhadores e no clima de trabalho. 

1 – TÍTULO DA AÇÃO 

Vivendo a pandemia e sendo líder     

2 – DATA DA AÇÃO 

Serão oferecidas duas turmas: 

15 e 17 de junho/2021, das 10h às 11:30. 

3 – JUSTIFICATIVA DA NECESSIDADE DA AÇÃO 

O ambiente organizacional ao longo dos anos vem passando por várias mudanças, como por exemplo, desenvolvimento de tecnologias, mudança dos mercados, das relações de trabalho, dentre outras. Além dessas mudanças, atualmente estamos vivendo uma crise complexa, que tem gerado impactos econômicos, sociais, emocionais, na saúde, na gestão das empresas, nas relações de trabalho, nos hábitos de consumo, no modo de sobrevivência. Tudo isso, sem data para acabar. 

Em todos esses momentos, o papel do líder é de fundamental importância nas organizações, uma liderança que não deve ser compreendida apenas como uma habilidade pessoal, mas como um processo de relacionamento interpessoal dentro de um contexto específico. Os líderes devem considerar o processo de liderança e não apenas os resultados desejados. 

Se liderar já envolve diversos desafios, o agravante atual é que o modo de trabalho mudou. Essas mudanças chegaram rapidamente, com pouco tempo para as adaptações. A pandemia acelerou a realidade do trabalho remoto, que já era anunciada e praticada por algumas instituições. 

Na dinâmica organizacional os aspectos técnicos, práticos e cognitivos são importantes, porém, não se pode deixar de lado a humanidade, a emoção. Em tempo de crise o que vai fazer a diferença entre os diversos tipos de liderança é a capacidade de autoconhecimento que esse líder tem de si mesmo, pois quando um líder consegue lidar com suas complexidades, ele entende melhor a complexidade do outro, e assim, consegue exercer não apenas uma liderança efetiva, mas também afetiva. ¹ 

Cuidar de si mesmo é essencial, liderança é exercida por pessoas. Pessoas que lideram pessoas também precisam ser cuidadas. 

Considerando a realidade em que vivemos, resultado dessa pandemia que continua a assolar o mundo, como se exige ao líder que se comporte? Exige-se o seu tempo, a sua total disponibilidade, respostas rápidas e eficientes, certezas nas incertezas, gestão motivacional das suas equipes, que seja empático, assertivo e ágil. E que transmita uma mensagem de tranquilidade e segurança. Que concilie vida pessoal, familiar, profissional, com todos os desafios associados.

Este curso foi desenvolvido pela Controladoria-Geral da União para apresentar a seus servidores os conhecimentos iniciais sobre a Lei Geral de Proteção de Dados - LGPD (Lei nº 13.709/2018). Essa capacitação não é obrigatória, mas futuramente será considerada como pré-requisito para acesso aos sistemas da CGU que realizam tratamento de dados pessoais